Passarim… passarão!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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7 thoughts on “Passarim… passarão!

  1. Que bonito ver o sertão pelos seus olhos. Quão melhor seria o mundo se as pessoas soubessem respeitar os animais, pois não há crueldade maior do que o matar por matar. Quando nós aprendermos a respeitar a natureza seremos pessoas melhores, pois aprenderemos a respeitar também o ser humano. Uma coisa interessante que deveria ser vista é o seguinte, de que como estudamos história do Brasil, mundial, contemporânea e estadual… Também deveria existir o estudo da biologia estadual, para que os jovens não tenham "peninha" só de leão e elefante e saibam da beleza que temos em casa e lutem por preserva-la.

  2. Parabéns pelas imagens. São realmente lindas e demonstra uma beleza encantadora do sertão que não estamos aconstumados a ver nos meios de comunicação e livros. Precisamos de trabalhos como esse para descontruir essa imagem distorcida criada acerca dessa região que esconde e torna invisível as belezas da nossa gente, do nosso lugar, de nossa cultura, de nossa flora e fauna. Temos um trabalho na área da educação no semiárido voltado para a construção de um novo olhar sobre esse lugar, que passa pela ressignificação da imagem construída historicamente sobre o sertão e a caatinga. Esse trabalho contribui muito com essa luta nossa. Blog: http://educacaonosemiarido.blogspot.com/.

  3. A cultura da baladeira nao seria preocupante ao ponto de chamar a atençao da brilhante rosa da caatinga, caso nao fossem outras "culturas" verdadeiramente danosas aos habitats naturais da fauna e flora, como as queimadas, pastos, desmatamentos, caça predatoria, tráfico de animais, que fizeram com que uma simples brincadeira de criança(em busca de uma frito pra incrementar o cardapio) tivesse que ser combatida. Senao fosse o desequilibrio dos ecossistemas causados por esses desmandos…, – pudia era invetá, Chiquin, toim, quinzim, joazim, que num davu conta de fazê istrauo com suas atiradeira nao, e pudia era trazer atiradeira de soro encarnado, das mais foste, bem entraçada com liga de cama de ar firestoni que nao abalava nadinha. Agora dispois num diga q num avisei, num mecha nus nin dos bichin durante a coresma, pru mó de que faz mal, e quem me disse foi Aninha de Meton.(esse conselho final é um fato verídico… ih! Parece que o restante tb).

  4. Pois então…Os Chiquinhos, um da "Cachoeira" e outro do "Mercador" carecem de uma educação que imprimam valores de proteção, preservação, valorização das aves nativas, assim como de outras espécies animais e vegetais. A cultura da "baladeira" apontada para um pássaro pode ser substituída sem traumas por outro entrenimento. Valeu o apelo!

    Kleninho, obrigada pelo carinho e incentivo.

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